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| Representantes do PSC, PMN, PT do B, PTN, PSD e PSDB |
O
final de semana em Serra Branca foi de movimentações políticas visando à
conclusão do cenário de candidaturas a prefeito para o pleito deste
ano. Após o anúncio antecipado do PT de seu pré-candidato e vendo que o
partido não abriria mão da cabeça de chapa numa possível união das
oposições, sete legendas se reuniram para definir um novo rumo para as
oposições.
O encontro reuniu representantes do PSD, PMN, PTN, PT do B, PSDB, PSC e até o presidente do PSB, partido que por decisão da presidência estadual apoiará a candidatura de Ednaildo Saraiva, do Partido dos Trabalhadores.
Após diversas discussões e falas das autoridades, ficou decidido que as legendas farão uma pesquisa para definir uma nova opção de candidatura para a Prefeitura de Serra Branca. Segundo os dirigentes partidários, a população de Serra Branca está cansada da dicotomia PT/PMDB como únicas alternativas para governar o município e por isso pretendem oferecer um novo nome e um novo projeto político.
Ficou acordado que ainda esta semana será feita uma pesquisa junto à população para saber entre quatro pré-candidatos quem estaria melhor avaliado e com menor índice de rejeição para governar o município. Colocaram seus nomes a disposição os pré-candidatos: Aldo Gaudêncio, do PMN, Alda Dias, do PTN, Paulo Sérgio, do PT do B, e Seleste Amorim, do PSD.
Ainda de acordo com os dirigentes, esse mesmo grupo político pretende formar uma ou até duas coligações com vistas às eleições proporcionais. A intenção é eleger também o maior número de vereadores possível e dar sustentação ao candidato da Majoritária.
A definição do candidato a prefeito e vice desse grupo está previsto para ser divulgando no próximo dia 19 de maio, junto também a composição da chapa para vereadores.
Visita inesperada
Já a surpresa da reunião foi a presença do presidente municipal do PSB e alguns de seus filiados.
Antônio Alberto deixou claro desde o primeiro momento que não apoiaria a candidatura de Ednaildo Saraiva, do PT, e ainda que não consiga levar o partido para apoiar o novo candidato das oposições, tentará fazer uma aliança para a chapa proporcional.
com De olho no cariri

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