O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) está comemorando nesta quinta-feira (29), um ano de funcionamento no município de Sumé. Diversas atividades recreativas foram realizadas no centro com os usuários e profissionais do CAPS.
O CAPS atende diariamente cerca de 20 pessoas que sofrem transtorno mental grave ou psicóticos, além do atendimento a crianças e a pessoas que sofrem com alcoolismo e outras drogas. O Centro de Atenção funciona com uma equipe de 10 profissionais que trabalham com os usuários em atendimentos de psiquiatria, psicologia, terapia ocupacional, serviço social e enfermagem. O CAPS também está ofertando seus serviços para pacientes de mais nove municípios do Cariri Paraibano, com uma média de 55 pessoas inscritas.
O coordenador do Centro, Divanício Albuquerque, falou da satisfação em estar atendendo os usuários neste período de um ano. Ele explicou que a Secretaria de Saúde, no começo das atividades, fez um mapeamento na cidade para obter informações das pessoas que sofrem transtornos psíquicos.
Ele explicou que, no início, encontraram muitas pessoas em casa, vivendo dopadas de medicação e sem nenhuma perspectiva de vida. Uma das propostas do CAPS, além de acolher o paciente, promover a integração social e familiar, é também orientar os usuários quanto ao uso correto da medicação.
“Temos descoberto que muitas pessoas tomavam medicação errada e que ainda existem pessoas que estão em casa doentes, sofrendo e sem tomar a medicação, por preconceito de seus familiares, que ainda teem uma certa resistência para trazer o familiar ao Centro em busca do serviço”, disse Divanício.
O evento no CAPS também contou com a presença da secretária de Saúde Brígida Xavier, e da diretora do Hospital e Maternidade Alice de Almeida, Vitória Regina, que estão sempre dando suporte ao Centro, conversando com a equipe e avaliando o serviço.
De acordo com Divanício, no período de um ano, a equipe tem percebido melhora na auto-estima dos pacientes com uma participação mais ativa nas atividades e oficinas oferecidas pelo CAPS. “A gente está sempre buscando oferecer um atendimento com qualidade, seguindo a linha metodológica preconizada pelo Ministério da Saúde no tratamento à pessoa que tem problemas relacionados ao sofrimento psíquico”, explicou.
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