sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Governador RC faz críticas aos funcionários ‘fantasmas’ e justifica demissões no Hospital de Trauma


“Existia uma superlotação e muita gente não trabalhava no Trauma!”, revelou o governador
Sem fazer mea-culpa quanto ao afastamento de alguns funcionários recentemente do Hospital de Trauma, o governador Ricardo Coutinho (PSB) disse que literalmente ‘moralizou’ o serviço público e salientou que as ‘finanças’ da administração estadual precisam ser respeitadas.

Coutinho disse inicialmente que é satisfatório o atendimento prestado pela Cruz Vermelha e apresentou números que comprovam tal perspectiva. O socialista lembrou-se de uma máxima que está sendo adotada na gestão estadual.

“A lógica do Serviço público não pode funcionar em torno dos que estão dentro da máquina, nós precisamos funcionar em torno daqueles que estão fora da máquina administrativa, nos agentes públicos precisamos perceber que o nosso objetivo é atender a todos,

PACTUAÇÃO: O governador contou que acertou no novo modelo de gestão no hospital.

“Estabelecemos a gestão compactuada através de metas, cada vez está sendo cumprida, trouxemos a Cruz Vermelha que chegou ao Brasil 1808. O Hospital continua público, pois esta atendendo mais e melhor a população”

MELHORAS NO ATENDIMENTO: Coutinho disse que ‘tirou’ o Trauma da agenda negativa.

“Diziam que o Trauma era a pior coisa do mundo. Existia sempre uma tentativa de ampliar o caos. Faz um mês que ninguém fala do Trauma: aumentando o número de cirurgias, 100% das cirurgias com risco de vida foram feitas numa média de 17 minutos. Não tivemos reingresso na UTI no mês de julho e regularizamos as pessoas que lá estavam que estão sendo contratadas com carteira assinado e CLT.

DEMISSÕES: Ricardo salientou que existia um excesso de pessoal na unidade hospitalar.

“Quem contribui não deve pagar a quem não vai trabalhar, havia um excesso enorme e tinha gente que não ia lá, se não vai é preciso fazer algo em outro canto!”, disparou.

O ‘mago’ frisou que muitas pessoas recebiam sem trabalhar.

“Tivemos um processo de superlotação dentro do Hospital e de superlotação de pessoas que estavam na folha e eles não apareciam. Ou seja, o povo pagando a quem não trabalha e ao mesmo tempo o atendimento que nunca conseguia se normalizar”, explicou.

Por fim. Ricardo Coutinho salientou que pretende ainda melhorar o nível do atendimento no Hospital de Trauma.

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