segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Opinião: "Oposição de Monteiro se prepara para o ataque após o período natalino"
Às vésperas de começar mais um ano eleitoral, a oposição de Monteiro ainda trabalha na surdina, na expectativa de unir o forte exército vermelho às lideranças insatisfeitas com os rumos que a administração Ednacé Henrique tem tomado.
De longe, parece que o intento oposicionista tem tomado forma. É cristalino, em depoimentos públicos de antigos capitães do exército amarelo, que estão em um caminho sem volta sob pena da desmoralização total. São reforços de peso e pontuais aos encarnados.
No entanto, é bom que se diga que, até então, apesar do campo fértil e abissal, o que se tem percebido é a ausência de uma oposição firme, vigilante, fiscalizadora e contundente ao governo municipal. Na prática, quem vem fazendo oposição mesmo é o site O Pipoco, baseado em documentos emitidos pela própria administração municipal – apesar de um dos responsáveis ter me afirmado categoricamente que o site não faz oposição, apenas busca informar a população e as autoridades constituídas em defesa do patrimônio público.
Neste ínterim, um baluarte oposionista me informa que, depois de colhidos os frutos da tática “fogo de monturo”, quando os ares natalinos derem vez à força pujante do ano vindouro, a oposição monteirense partirá para o ataque final. Veremos.
Por outro lado, fonte segura, com trânsito livre no palácio amarelo, me confidenciou que nenhum nome ventilado como candidato da oposição causa medo, seja Conrado, Walmir, Paulo Sérgio, Chuta, Batinga ou Dr. Damião. Sustentou, por fim, que o que tem tirado o sono do QG amarelo é a escolha do próprio vice. Até agora não apareceu um filho de Deus que topasse a parada.
Concordo em parte com o bom amigo. De fato, o rompimento com o gentleman Eugênio Henrique, sem explicações públicas de ambas as partes, cria uma pulga atrás da orelha de qualquer pretenso pré-candidato a vice. Afinal, Eugênio foi um dos generais da brilhante campanha vitoriosa da prefeita, todavia, foi apeado do poder logo após a assunção da alcaide. Feito que leva, naturalmente, o pretenso vice a pensar: Se aconteceu com o cunhado, imagine comigo.
No tocante à temeridade dos anunciados pré-candidatos oposionistas, me permito fazer uma ressalva.
A preço de hoje, qualquer eleição em Monteiro é uma incógnita. Ninguém vence na véspera, mas as atitudes e reações dos porta-vozes do alto comando amarelo demonstram claramente que a possibilidade de enfrentar Carlos Batinga nas eleições municipais realmente não causa medo, por motivos óbvios, simplesmente aterroriza
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