
Enquanto
o seu último clube jogava em Paulista, o técnico Maurício Simões, 48
anos, falecia em Aracaju. O técnico Maurício Simões morreu na noite
desta terça-feira (18), em Sergipe. Ele havia sofrido um infarto na
tarde do último domingo (16) e seguia em estado gravíssimo depois de uma
cirurgia que durou mais de 10 horas.
Segundo informações da imprensa sergipana, o incidente ocorreu logo após Maurício Simões deixar a sua filha no trabalho. Em seguida, ele sentiu fortes dores no peito e ainda conseguiu parar o carro num posto de gasolina. A cirurgia cardíaca começou às 15h e durou cerca de dez horas.
PASSAGEM PELA PB
Maurício Simões era conhecido na região como "Rei do Nordeste". Na Paraíba foi tricampeão paraibano consecutivo em 2004 com o Campinense, 2005 e 2006 pelo Treze.
Ele ainda trabalhou no Nacional de Patos, em 2007, pela série C do Brasileirão, mas não obteve bons resultados. Também dirigiu o Botafogo.
Ele foi polêmico na Paraíba e recebeu o título de "persona non grata" pela Câmara Municipal de João Pessoa, por chamar a torcida do Belo de matuta e ainda dizer que João Pessoa era o quintal de Recife.
Em 2011, ele retornou ao futebol paraibano para treinar o Campinense, nas disputas do Campeonato Paraibano e Série C do Brasileirão. Mas seu último clube foi Salgueiro de Pernambuco.
Priscila Andrade com Folha de Pernambuco
Segundo informações da imprensa sergipana, o incidente ocorreu logo após Maurício Simões deixar a sua filha no trabalho. Em seguida, ele sentiu fortes dores no peito e ainda conseguiu parar o carro num posto de gasolina. A cirurgia cardíaca começou às 15h e durou cerca de dez horas.
PASSAGEM PELA PB
Maurício Simões era conhecido na região como "Rei do Nordeste". Na Paraíba foi tricampeão paraibano consecutivo em 2004 com o Campinense, 2005 e 2006 pelo Treze.
Ele ainda trabalhou no Nacional de Patos, em 2007, pela série C do Brasileirão, mas não obteve bons resultados. Também dirigiu o Botafogo.
Ele foi polêmico na Paraíba e recebeu o título de "persona non grata" pela Câmara Municipal de João Pessoa, por chamar a torcida do Belo de matuta e ainda dizer que João Pessoa era o quintal de Recife.
Em 2011, ele retornou ao futebol paraibano para treinar o Campinense, nas disputas do Campeonato Paraibano e Série C do Brasileirão. Mas seu último clube foi Salgueiro de Pernambuco.
Priscila Andrade com Folha de Pernambuco
0 comentários:
Postar um comentário