Os irrigantes do Perímetro Irrigado Sumé, localizado na cidade do Cariri
paraibano, estiveram reunidos recentemente com o Coordenador Estadual
da CEST-PB, Solon Alves Diniz e com o Chefe do Serviço Técnico,
Francisco Mariano da Silva.
A reunião tratou sobre a situação do projeto de revitalização do perímetro e foi pleiteado pelos irrigantes que fosse deixada uma lâmina mínima de água para o rio Sucuru.
Segundo os agricultores, essa água abastecia os poços que atendem as atividades agropecuárias daquele perímetro, que desde 1989 está sem irrigar, como tradicionalmente fazia.
No entanto, devido a estiagem ocorrida aquela época e agora devido aos danos existentes nos canais de irrigação. A consequência é que resta aos mesmos a opção de irrigar por poços, naquelas áreas onde foi possível construí-los.
Para reforçar o atendimento do pleito, foi relatado por aqueles irrigantes que no último semestre de 2011 foi irrigado cerca de 28 hectares de tomate, com produção média de 69 toneladas/hectare, com arrecadação de cerca de R$ 50 mil de ICMS para o município de Sumé.
Além disso, foi apontada a geração de empregos e renda nas atividades de plantio, cultivo e colheita daquela cultura. A renda líquida para os 10 irrigantes envolvidos nessa exploração foi de cerca de R$ 12 mil reais, algo em torno de 4,8 salário mínimos/mês no ciclo da cultura, que é de 4 meses.
O Coordenador da CEST-PB reiterou aos campesinos que faria uma solicitação junto a Diretoria de Produção do DNOCS sobre a situação do Termo de Referência enviado para a contratação de projeto executivo para as obras de revitalização do perímetro.
Diniz ainda recomendou ao Chefe do Serviço Técnico da CEST-PB que fosse feita uma análise da situação hídrica do Açude Público de Sumé, visando a possibilidade de viabilizar o atendimento do pleito realizado.
A reunião tratou sobre a situação do projeto de revitalização do perímetro e foi pleiteado pelos irrigantes que fosse deixada uma lâmina mínima de água para o rio Sucuru.
Segundo os agricultores, essa água abastecia os poços que atendem as atividades agropecuárias daquele perímetro, que desde 1989 está sem irrigar, como tradicionalmente fazia.
No entanto, devido a estiagem ocorrida aquela época e agora devido aos danos existentes nos canais de irrigação. A consequência é que resta aos mesmos a opção de irrigar por poços, naquelas áreas onde foi possível construí-los.
Para reforçar o atendimento do pleito, foi relatado por aqueles irrigantes que no último semestre de 2011 foi irrigado cerca de 28 hectares de tomate, com produção média de 69 toneladas/hectare, com arrecadação de cerca de R$ 50 mil de ICMS para o município de Sumé.
Além disso, foi apontada a geração de empregos e renda nas atividades de plantio, cultivo e colheita daquela cultura. A renda líquida para os 10 irrigantes envolvidos nessa exploração foi de cerca de R$ 12 mil reais, algo em torno de 4,8 salário mínimos/mês no ciclo da cultura, que é de 4 meses.
O Coordenador da CEST-PB reiterou aos campesinos que faria uma solicitação junto a Diretoria de Produção do DNOCS sobre a situação do Termo de Referência enviado para a contratação de projeto executivo para as obras de revitalização do perímetro.
Diniz ainda recomendou ao Chefe do Serviço Técnico da CEST-PB que fosse feita uma análise da situação hídrica do Açude Público de Sumé, visando a possibilidade de viabilizar o atendimento do pleito realizado.
com Paraibaonline

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